Missões indíginas (Atilano Muradas)

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Um dia desses, nas minhas andanças,
Conheci um missionário, gente muito fina,
Dedicado, estudioso e cheio de esperança,
Evangelização é só sua rotina,
Durante muitos anos e jamais se cansa.

Deixou sua cidade e foi morar na aldeia,
Aceitando o desafio que fez o Senhor,
De pregar o Evangelho a toda vida alheia,
Sem acepção de raça, apenas pelo amor.
Entre os índios, meu amigo, ele é o sal e candeia.

Missionário é seu nome,
Seu exemplo reluz,
Sua vida consome
Por amor a Jesus.
A alegria que tem é ver muitas nações
Aceitarem, por bem, salvação.

Pregar a outros povos a real mensagem,
Meu amigo, não é coisa muito fácil não,
È preciso aprender costumes e linguagem,
Ter amor e paciência e dedicação.
Por isso eu bato palmas pra quem tem coragem.

Existem missionários pelo mundo inteiro,
Fique atento, meu amigo, é só parar pra ver;
Muitos homens e mulheres, bravos pioneiros,
Que precisam de ajuda pra sobreviver,
De muita oração, carinho e apoio financeiro.